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O PROJECTO

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A RAZÃO DESTE PROJECTO
O PROJECTO

Mais alem dos problemas tradicionais que afectaram as áreas fronteiriças entre Portugal e Espanha, e que serão explicados a continuação, o principal problema ou defeito que pretendemos abordar com este projecto, é promover uma rede de cooperação transfronteriza relacionada com o turismo cultural de interior sob a perspectiva da valorização conjunta de um rico património cultural associado à tradição dos “mascarados”.

Os problemas de desenvolvimento harmonioso dentro da comunidade, o escasso reforço da coesão económica, social e territorial e a cooperação transfronteiriça, são problemas que pretendem ser tratados na área de intervenção, o que obriga à realização de actividades especificas com o objectivo de conseguir a coesão económica e social previstas no Tratado da União.

Os problemas tradicionais aos que se enfrenta a área de actuação, os quais pretendem ser abordados neste projecto são os que se referem a continuação:

População: No inicio do presente século a densidade média de população da área de actuação estabelecia-se em 27hab/Km2 na Província de Zamora e 19hab/Km2 em Alto Trás-os-Montes, o que representa uma escassa densidade de população, considerada absoluta como relativa se é comparada com as médias nacionais, que podem chegar a triplicar como é o caso de Espanha e quintuplicar no caso português.

Os principais motivos da diminuição demográfica podem resumir-se em:

1º. A decomposição do regime demográfico é consequência da constante migração aos pólos tradicionais de atracão históricos que têm determinado uma situação estrutural de diminuição crónica da população, com um componente natural fortemente negativo.

2º. O grau de envelhecimento da população é notável, onde 21% da população total é superior aos 65 anos de idade, o que provoca a desvitalização social das comunidades locais.

3º. A desertificação de grandes zonas do território está determinando a perca de actividades e da própria identidade do meio rural num processo de concentração demográfica em números reduzidos de núcleos.

Outros índices de população que demonstra uma preocupante realidade:

1º. Elevados índices de desempleo que está en valores medios entorno al 7% en Alto Tras-os-Montes y del 18% en la Provincia de Zamora. Debemos destacar el elevado índice de desempleo femenino que ronda el 27% en la provincia de Zamora.

2º. Elevados índices de envelhecimento, com constantes saldos negativos no crescimento vegetativo destas duas áreas. Resulta preocupante a elevada percentagem demográfica maiores de 65 anos, dados que superam amplamente as respectivas médias nacionais, que são de 20% no Alto Trás-os-Montes e de 25,5% na Província de Zamora.

3º. Crescimento natural da população, oferece-nos a informação de uma preocupante situação demográfica, onde em Portugal a média nacional está nos 0,7‰ e na Espanha em 0,5%; se não prestamos atenção aos valores dos NUT III fronteiriços, constatamos que tanto no Alto Trás-os-Montes como na Província de Zamora, o crescimento demográfico é negativo com valores de -5,0‰ nas duas zonas.

Baixa actividade empresarial conjunta: Detecta-se a necessidade de estabelecer relações empresariais conjuntas e coordenadas que atendam de forma integral as necessidades reais de uma população cada vez mais reduzida e envelhecida e que ao mesmo tempo possuam potencialidades reais de êxito.

1. Diminuição dinâmica empresarial conjunta.
2. Necessidade de investir de forma conjuntas para garantir a coesão social real das regiões.
3. Dependência dos serviços públicos e do sector primário.
4. Necessidade de estabelecer novas linhas e estratégias de desenvolvimento empresarial.
5. Necessidade de estimular a cooperação empresarial transfronteiriça apoiando-se na infra-estrutura e nos instrumento existentes.
6. Falta de actividades que fomentem a participação conjuntas de todos os agentes socioeconómicos.

•  Ausência de inovação conjunta: Revela-se uma ausência na capacidade inovadora de aproveitamento sustentável dos recursos da euro-região.

1º. Carência de iniciativas inovadoras que revitalizem as actividades económicas.

2.º Deficit de estudos de colaboração conjunta que suponham una revitalização das actividades nas regiões.

3º. Necessidade de sensibilizar de forma conjunta todos os agentes sócio-económicos para a protecção e valorização das tradições com forte valor turístico devido a sua peculiaridade e singularidade no território peninsular e europeu.

•  Ameaças: detectam-se na euro-região uma serie de ameaças comuns, derivadas das características estruturais tradicionais que devem ser modificadas de maneira que rompa a tendência negativa.

1º. Efeitos da crise estrutural do sector agrário, que ainda não foram cobertos pelas Políticas Agrárias Comunitárias e da COM, com pouca protecção para o pequeno agricultor, por isso a principal actividade económicas destes NUTIII foram reduzidas.

2º. Necessidade de definir e identificar os elementos do património cultural em todas as suas vertentes, e que os grupos, comunidades e organizações participem activamente nisso.

3º. Necessidade de adoptar políticas gerais dirigidas a realçar a função do património cultural, como estabelecer cooperações com organismos competentes na preservação do património cultural.

4º. Carência de estudos com rigor científico e metodológico para salvaguardar o património cultural, que ao mesmo tempo fomentem a acessibilidade de todos os cidadãos.

5º. Perda de valores tradicionais pelas tendências gerais à globalização, nos que se arrisca a perca de identidade cultural se não apostamos nas medidas adequadas de protecção e manutenção.

6º. Reduzidas actividades tradicionais de valorização do património Histórico-cultural, dirigidas a salvaguardar e garantir a sua viabilidade.

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